sexta-feira, 31 de julho de 2009

how to recognize/produce B

How to recognize B:

- To see that everything around us, in its pure form, is energy, and that this energy is the Infinite Energy, the Beauteous Light which manifests itself in all things - be they living, inanimate, or even abstract (thoughts, ideas, feelings). To be able to recognize all that we see, and all that we don’t, as manifestations of the One Force; and that every atom of our entire Universe is the Infinite - and the Infinite is nothing but Beauty in its purest form. To recognize this is to recognize beauty.

- To understand/believe that ‘the other’ is always a potential carrier of Beauty. To constantly acknowledge ‘the other’ as a receiver of Beauty as well.

Thus, all meetings, all connects, will be manifestations and/or collisions of this selfsame Beauty!

- To look upon your heart as a mirror, reflecting/becoming all that you find most beautiful around you. To see/experience something which moves you thoroughly, which is breath-taking, (a landscape, for instance) and to be able to find it reflected within, and to say ‘that is me’. To want to be a reflection of Beauty, and to want Beauty to be a reflection of you.

How to produce B:

- Try to place your sense of ‘self’, your being, your identity, possibly even your ‘face’ (self-image) - in your heart centre.

Breathe from there.

Give and receive from there.

- To be conscious always, that the energy you give out should be love energy. Universally, not selectively. To practise this with rigour.

- To ‘give’, or at least to want to ‘give’. Not just materially, but to give out energy, to consciously give a piece of your self, a real inner part to ‘the other’, or at least towards your loved ones. To be interested in their well-being, to want to heal, to please, to make calm, to make beautiful, to support. To be conscious of this constant transmission, to invest in it, especially through touch.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

"IT"

LINDO!
video

"IT"

http://www.youtube.com/watch?v=rgIwo4owAlM

http://www.youtube.com/watch?v=z46OPoQF7Wk

UNLIMITED

http://www.youtube.com/watch?v=z1VQ50mhcNI

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Outra vertente do Projecto B

http://ondeseescondeabeleza.blogspot.com/

espreitem!!!

domingo, 12 de julho de 2009

Como reconhecer a beleza? Como produzir beleza?

Entendo a beleza como uma experiência com base numa relação de um sujeito consigo próprio ou com uma entidade exterior (outra pessoa, um objecto, uma situação, etc.). Por isso, mais importante do que as características inerentes a essa realidade é a relação que com ela estabeleço.
A beleza, enquanto manifestação que acontece no universo em qualquer momento pode ser reconhecida ou identificada. O trabalho para que isso aconteça está pois em acordar ou manter acordada essa disponibilidade para que a experiência da beleza aconteça em nós: deixar que a beleza chegue até mim (pela minha percepção); e deixar que a beleza aconteça através das minhas acções e do meu corpo.

Tento identificar parâmetros que estão presentes no vivenciar da experiência da beleza:
-verdade
-carácter do que é autêntico
-clareza
-paz
-sublime
-prazer estético ou experiencial
-processo transformador do tempo
-fluxo
-relação
-espírito
-disponibilidade
-presença
-carácter do que é único
-riqueza, diversidade
-...
Serão estes parâmetros universais? ou, por outro lado, pessoais, culturais, geográficos, temporais?
Ainda que parte destes parâmetros sejam situacionais ou contextuais, acredito que há valores universais e atemporais comuns a todas as pessoas que, digamos, vão para além das formulações específicas culturais.
Admiro-me ou fascino-me com o facto da beleza, apesar de ter sido e ser ainda entendida de tantas formas diferentes, ser uma constante presente em todos os povos, desde os tempos mais remotos de que se tem conhecimento. Se a sua existência é assim tão vasta e a sua presença universal, onde reside a sua importância? De onde vem este impulso tão humano de procurar e criar beleza? (há exemplos tão antigos desde o embelezamento de objectos de uso ao reconhecimento de beleza na natureza e tentativas de a reproduzir, etc)
Por um lado penso que a experiência da beleza trás a quem a experiencia um conjunto de sensações ligadas ao prazer, ao deslumbre, ao sublime e a uma ligação muito especial consigo próprio e conectada com o mundo. Penso que é este facto o que é comum à experiência da beleza, independentemente do tipo de relação e das características do objecto.